terça-feira, 21 de julho de 2015

Mário Ferreira dos Santos - O ISAGOGE de Porfírio. [...]

Notícias biográficas sobre PORFÍRIO:

PORFÍRIO, cujo nome próprio era Malco, nasceu por volta de 233, tendo falecido, possivelmente, em 304 d. C. Era natural de Tiro ou de Batânia (Síria). 

Iniciou os seus estudos em Alexandria, onde teve por mestre Orígenes e, posteriormente, em Atenas, Longino Cássio, o  retórico, e o  gramático Demétrio. Em 206, foi para Roma, onde se tornou discípulo do grande Plotino de Licópolis, recebido, então, devido à ausência deste, por Amélio. Esteve seis anos nessa escola, devotando-se a uma vida  ascética, que o levou certa ocasião ao desespero, do qual quis evadir -se pelo suicídio.

Graças à intervenção de Plotino, retirou-se para Lilibéia, na Sicília, onde se demorou por algum tempo, até à morte de seu mestre (270). Dirigiu-se, depois, para a África, retornando, afinal, para Roma, onde assumiu a direcção da escola de Plotino.

Escritor enciclopédico, escreveu cerca de 77 obras, das quais poucas chegaram até nós. Tentou uma conciliação entre Platão e Aristóteles, iniciando a série dos grandes comentaristas neoplatônicos, com a obra que ora publicamos "Introducção às Categorias de Aristóteles (Isagoge, em grego, introducção)", que foi traduzida para o latim por Mário Victorino e por Boécio, com edições posteriores em vários idiomas. 

O papel dessa obra, desde então, foi imenso, sobretudo por ter inaugurado, na Idade Média, a grande controvérsia sobre os conceitos universais. Das obras que escreveu citam-se como as principais: "Da Filosofia extraída dos Oráculos", "História da Filosofia", na qual consta a sua famosa "Vida de Pitágoras", "Introducção à Astrologia", "Questões Homéricas", "Comentários aos Harmônicos de Ptolomeu", "Sobre as imagens de Deus", "Contra os cristãos", em 15 livros, "Sobre o retorno da alma a Deus", "Carta ao sacerdote Anébon", "Sentenças introductórias ao inteligível" e publicou, segundo o ditado de seu mestre Plotino, as Enêadas, das quais nos chegaram apenas seis das nove, precedida por uma "Vida de Plotino", que se tornou famosa.

Filosoficamente, sua doutrina é a plotineana, dando maior relevo, porém, ao ascetismo, e devotando-se à defesa das práticas religiosas pagãs. Para melhor compreensão de sua filosofia, damos mais abaixo uma rápida biografia de Plotino.

Contudo, é mister ressaltar alguns aspectos mais importantes e até pessoais de sua filosofia, como a tendência a salientar a distinção real -real, e até a contraposição entre alma e corpo.

Na Moral, a salvação se obtém através do auto-conhecimento e pela purificação e pelo conhecimento  de Deus, devendo a alma libertar-se do corpo para retornar ao primeiro princípio (Deus), de onde proveio. Para tanto, é mister cumprir e activar certas virtudes. Em primeiro lugar, as  virtudes políticas, pelas quais o homem viverá de acordo com as leis da natureza, tornando-o honesto; em segundo lugar, as virtudes catárticas, as que purificam a alma, que tornam o homem um demônio bom, libertando-a das paixões; em terceiro lugar, as  virtudes contemplativas, pelas quais a alma opera pela inteligência, que tornam o homem  divino, e finalmente, pelas  virtudes exemplares  ou  paradigmáticas, que são próprias da inteligência enquanto tal, e que o tornam deus-pai.

A prática dessas virtudes é própria do homem sábio.
Foram seus discípulos Crisaórios, Gauro, Gedálio, Nemércio e Jâmblico.

PLOTINO DE LICÓPOLIS
Plotino (204-270 d. C., natural de Licópolis, Egito). Em Roma, Plotino fundou sua escola, na qual professou até o fim da vida.

Teve como discípulos, além de Porfírio, que recompilou sua filosofia, em  seis Enêadas, divididas em nove tratados cada uma, Amélio de Etrúria, o médico alexandrino Eustóquio, o poeta Zótico e alguns senadores e pessoas influentes na casa imperial romana.

Examinemos os temas principais da doutrina de Plotino:

a)  Com  P., e também com Proclo, o neoplatonismo empreende uma grande especulação final religiosa. Tudo vem de Deus por graus e tudo volve, por graus, a ele. A unidade universal se estabelece na continuidade do círculo, que une o tér-mino com o princípio.

b)  O princípio é Deus. Acentua P. sua transcendência. Deus é incognoscível e inefável para os homens, e coloca-o acima de todas as determinações que possamos conceber do ser, da essência, do pensamento, da vontade, etc. Podemos de Deus dizer o que não é, nunca o  que é. Para falarmos de Deus, temos que usar nossos termos inferiores e compará-lo ao inferior, chamando-o o Um, Bem, Acto Puro, etc. Com isso não expressamos a Deus, mas a necessidade e a aspiração das coisas inferiores, que só podem subsistir pelo apoio da Unidade, do Bem, do Acto Puro. Deus coloca-se, assim, além de qualquer determinação.

c)  É Deus a fonte de todos os seres. Embora não tenha necessidade de movimento e câmbio, dele emana uma série de outros seres numa procissão descendente. A emanação deriva desde a essência de Deus, enquanto ele permanece, em si, no acto de sua essência. 

Assim,  do  fogo que permanece, em si, fogo, emana o calor, ou o sol que, permanecendo sol, em si,  espalha  sua luz em todas as direções. Todas as coisas procedem  de Deus, e sem ele não se manteriam, mas Deus transcende a todas as coisas. É progressiva a descida dos seres. Assim como a luz vai debilitando-se e obscurecendo-se, quanto mais se afasta de sua fonte, assim, afastando-se da fonte da Unidade e da Perfeição, os seres vão aumentando em multiplicidade.


Três graus tem esse descer do Um: 1) Intelecto; 2) Alma universal; 3) Mundo corpóreo.



Os dois primeiros formam com o Um a Trindade divina das substâncias ou hipóstases, o terceiro é o último dos entes, fora  do mundo inteligível e em contacto com a matéria, que não é corporeidade, mas absoluto não-ser, e, por isso, mal absoluto

d)  O Intelecto é filho e Verbo do Um (Pai). O filho é imagem do pai, porque este é inteligível puro, e o filho é ao mesmo tempo inteligível e intelecto, ser e pensamento, objecto e sujeito. Todos os inteligíveis estão reduzidos à unidade e compenetrados nela.

Como unidade, o  Intelecto é imagem do Pai; como totalidade, é exemplar da terceira hipóstase divina, Alma do Mundo, no qual a totalidade, embora sem dividir-se em si, se distribui na multiplicidade.

e) O mundo corpóreo, último degrau da descida do ser, está possuído pela alma que não a possui como coisa sua. Todas as coisas de que se compõe o mundo, derivam da unidade da Alma, unidade vivente. 

Da matéria provém a divisão, a discórdia, porque a matéria é o absoluto mal e não-ser, degrau último de todas as coisas, limite final da descida. Mas é, na matéria, que se inicia o retorno, porque o mundo corpóreo é vivente, e o verdadeiro ser do vivente é a alma. Se a alma perde a consciência da unidade universal nos seres individuais, cai no pecado do orgulho da individualidade, convertendo-se em prisioneira da matéria, que é a negação da unidade, condenando-se, assim, à série das  transmigrações dos corpos. Mas, na expiação do pecado, a alma é purificada. Reconhecendo a vaidade da vida terrena, volve a penetrar em si mesma e sente a exigência íntima da natureza divina.

 Assim, a passagem do pecado à virtude é a purificação, enquanto liberação da espiritualidade de qualquer sujeito do corpo. Com essa purificação, a alma inicia sua conversão a Deus, que se realiza por três caminhos ascendentes: contemplação da harmonia (música) da beleza espiritual (amor), da virtude inteligível (filosofia).

Mas acima desses três caminhos, há ainda outro superior, a suprema conversão, a união com Deus, a imanência da alma em Deus, que se processa pelo êxtase. Com esse retorno é fechado o círculo

O ISAGOGE de Porfírio

Essa obra (INTRODUCÇÃO ÀS CATEGORIAS DE ARISTÓTELES = Isagoge) é uma preparação para o estudo das categorias, que abre o famoso ORGANON de Aristóteles.

 É a Lógica uma ciência e arte introductória ao estudo da Ciência. Pretende com ela Porfírio introduzir, pelo exame dos cinco  PRAEDICABILIA (GÊNERO, ESPÉCIE, DIFERENÇA, PRÓPRIO E ACCIDENTE), o estudo da Lógica aristotélica,  em cuja classificação ordena os PRAEDICAMENTA (KATHEGORIAI) de Aristóteles.

Sua obra pode ser dividida em três partes: na primeira, explica a sua intenção pelo prefácio; na segunda trata simplesmente dos PRAEDICABILIA e os explica; na terceira, examina os  aspectos em que eles convêm e  desconvêm, uns em relação aos outros.

SÚMULA DO PREFÁCIO
Dois aspectos são importantes neste prefácio, e que constituem o seu contexto.
EM PRIMEIRO LUGAR, indica o intento de sua obra.

EM SEGUNDO LUGAR, aponta o método que observará, e o expõe.
Como intento, tratará do GÊNERO, da ESPÉCIE, da DIFERENÇA, do PRÓPRIO 
e do ACCIDENTE, cujo estudo é primacial e fundamental,  não só para a Lógica, 

como, também, para resolver os mais intrincados problemas da Metafísica.


Como método, deixará de lado os problemas sobre qual a SISTÊNCIA de tais 
PRAEDICABILIA, se subsistentes em si mesmos ou se apenas entes de razão, 

porque, tratando-se de matéria que exige mais acurados estudos, não caberia no 

âmbito desta simples introducção, que ele dirige ao seu discípulo CRISAÓRIOS.


PREFÁCIO ISAGOGE
Introducção de PORFÍRIO o Fenício¹,
 discípulo de PLOTINO de Licópolis.

CAPÍTULO 1
DO GÊNERO


CAPÍTULO 2
DA ESPÉCIE

CAPÍTULO 3
DA DIFERENÇA

CAPÍTULO 4
DO PRÓPRIO

CAPÍTULO 5
DO ACCIDENTE

CAPÍTULO 6
DOS CARACTERES 
COMUNS ÀS CINCO VOZES


domingo, 19 de julho de 2015

Mário Ferreira dos Santos - 010 - Organização da Teoria Geral das Tensões.



010 - Organização da Teoria Geral das Tensões.

Organizar a teoria das tensões da seguinte forma:
a)  o que se refere as tensões em geral;
b)  o que se refere as tensões segundo as diversas esferas;
c)  concreção final.
Assim deve ela ser exposta.
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Mário Ferreira dos Santos - 09 (Sem título) – Conteúdo: Enciclopedismo; crítica.


09 (Sem título) – Conteúdo: Enciclopedismo; crítica


Sabemos perfeitamente que neste livro não poderíamos dar uma resposta cabal e definitiva aos magnos problemas do conhecimento do homem. 

Lançamos aqui apenas uma série de teses que procuramos mostrar sua procedência, encadeadas com certo nexo que nos parece ser o da existência com o intuito de aproveitar o trabalho disperso de tantos estudiosos, dando-lhe uma nova direção, capaz de ser mais útil e benéfica ao conhecimento humano. Embora não consigamos realizar  –  e uma vida apenas é muito pouco para tão ingente trabalho  –  o nosso intuito que é de dar uma visão tensional global do existir, acompanhado de tantas provas quantas necessárias, temos certeza, porém, que o esforço de tantos anos de observação e de estudos não estará perdido, pois estamos certos que deixamos alguma coisa que pode servir de ponto de partida para ulteriores estudos e novas postulações
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Mário Ferreira dos Santos - 08 - (Sem título) – Conteúdo: Enciclopedismo; crítica.



08 - (Sem título) – Conteúdo: Enciclopedismo; crítica.

   Cometeríamos um  grave erro, muito próprio das heranças que recebemos dos enciclopedistas e da ciência do séc. XIX, se deixássemos de abordar e enfrentar os grandes temas da filosofia, apenas considerando -as meras abstrações de espíritos desocupados, escamoteando, dessa forma, os grandes pontos da Temática e da Problemática Filosófica que permitem novas formulações sobre novos princípios, aproveitando-se a contribuição valiosa de tantos e tão grandes espíritos que merecem o nosso respeito e não um falso desinteresse que na  verdade nada mais expressa que ignorância e suficiência, como o é, em geral, a lamentável atitude de tantos estudiosos dos grandes temas do conhecimento humano, quando volvem os seus olhos para os temas da filosofia.

Fundados o mais das vezes na sua ignorância ou na sua incapacidade para abordá-los, preferem um gesto despectivo ou uma falsa superioridade que só engana a beócios, em vez de corajosamente enfrentá-los entregando suas horas de sono e de lazer no estudo das grandes obras dos velhos filósofos que ficarão eternamente incorporadas no patrimônio da sabedoria humana, apesar dos sorrisos de mofa de pseudo -cientistas que julgam que há um abismo infranqueável entre a filosofia e a ciência.
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Mário Ferreira dos Santos - 07 - Temas a ser tratados (8 temas).

07 - Temas a ser tratados (8 temas)

Temas a serem tratados
O número para Pitágoras e as conseqüências do pensamento aritmológico e arithmosófico do pitagorismo e a ciência moderna.
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Amplo exame dos fatores e dos números tensionais, precedendo uma ampla análise dos princípios intrínsecos e extrínsecos do Ser.
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Desenvolver os diversos esquemas do ciclo das formas viciosas na História, com esquemas: cráticos, artísticos, matemáticos,  filosóficos, etc., e ampla explanação. Mostrar a influência dos números pitagóricos no desenvolvimento da história.

Sociedade de base continental e marítima.
Aplicação da teoria tensional na História.
Crítica das teorias de Spengler e Toynbee.
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Desenvolvimento da teoria econômica sob base tensional.
Analisar os atuais estudos sobre a conjuntorologia.
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Desenvolver amplamente um estudo sobre o nascimento, vida e morte das tensões e a transitoriedade tensional.
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Análise simbólica dos fatos para atingir as leis gerais universais.
Lei do Bem – MEMP – A lei de Ouro.
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Progresso e regresso.
Evolução e involução – Desenvolvimento dessas teorias ante a concepção tensional.
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Amplo desenvolvimento da concepção platônica.
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Mário Ferreira dos Santos - 06 - Tensão: Princípio de Individualidade – Fuetscher (citação).

06 - Tensão: Princípio de Individualidade – Fuetscher (citação).

Princípio da Individualidade a Tensão
Fuetscher (pág. 207 em diante).


[...] 

Mário Ferreira dos Santos - 05 Esquema (Divisão).







Mário Ferreira dos Santos - 04 Tese Solta.

04 Tese

Há tensão quando podemos predicar algo da totalidade que não podemos predicar 
das partes.

[...]

Mário Ferreira dos Santos - 03 Tensões – Citações de livros: Cassirer – Cuvier – Goethe.

03 - Tensões...

“Nenhuma criatura da natureza, segundo Cuvier, por insignificante que seja, deixa de mostrar um plano  com ordenação (arreglo) ao qual está construída e ao qual se ajusta com todo rigor na ordenação de suas partes, até o último pormenor”(seg. Cassirer).

A físico-química busca as leis do devir, mas a biologia, segundo Cuvier, deve procurar as relações  estruturais. Todo ser vivo não é uma combinação fortuita de partes, mas uma conexão completamente articulada, que leva implícita um tipo peculiar de necessidade. Conhecidos os tipos fundamentais dos seres vivos (e o permite a anatomia comparar), sabemos não só o que existe, mas também o que pode e o que não pode coexistir mutuamente.

Mostra-nos Cuvier que, no processo da vida, os diferentes órgãos não aparecem soltos uns a lado dos outros e cooperam todos a um fim comum, “É nessa dependência material das funções e nesse  secours  que elas se prestam reciprocamente que estão fundadas as leis que determinam as relações de seus órgãos, e que são de uma necessidade igual à das leis metafísicas, ou matemáticas “ (Cuvier,  Leçons d' anatomie comparée,  t.1, pág.47) (Veja-se Cassirer,  El problema del conoceimento,  pág.190 em diante, De la mente 
de Hegel, etc.).

O espírito de homogeneidade e o de especificação (heterogeneidade) na ciência, segundo Kant (Útil para Teoria Geral das Tensões)...

“... primeiramente distinguir, e depois unir”(Goethe).

[...]

Mário Ferreira dos Santos - TEORIA GERAL DAS TENSÕES.

TEORIA GERAL DAS TENSÕES

Mário Ferreira dos Santos
Direitos autorais dos herdeiros do Autor
Advertência.

O manuscrito “Teoria Geral das Tensões” foi escrito  pelo autor em fichas numeradas, que seriam depois utilizadas no desenvolvimento da obra. Com o seu falecimento não foi realizado este trabalho. 


Arquivo completo em Issuu: Clicando aqui. 


Nosso trabalho foi apenas copiar as fichas na ordem deixada.


Índice Provisório

01 Esquema do Tratado de Teoria Geral das Tensões
02 Imanência e Transcendência das Tensões
03 Tensões – Citações de livros: Cassirer – Cuvier – Goethe
04 Tese solta
05 Esquema (Divisão)
06 Tensão: Princípio de Individualidade – Fuetscher (citação)
07 Temas a ser tratados (8 temas)
08 (Sem título) – Conteúdo: Enciclopedismo; crítica
09 (Sem título) – Conteúdo: Enciclopedismo; crítica
010 Organização da Teoria Geral das Tensões


011 (Sem título) – Tem coerência com as folhas. 8 e 9
012 (Título cortado). Citação: Le jeune enfant dans le monde moderne
013 Tese solta (Loucura e símbolo)
014 Tese solta ( Visão dialética antinomista (Analogia)
015 Tese solta (O existir cósmico como ato contemporâneo)
016 A Filosofia para nós 
017 Diferenças entre as culturas
018 Sem título : Cosmovisão
019 Sem título: Cosmovisão


020 Sem título: Crítica    Cepticismo
021 Sem título      Dogmatismo
022 Sem título      Anelo fáustico
023 Sem título      Filosofia ocidental e oriental
024 Sem título
025 O juízo como tensão
026 O juízo como tensão (alusão a Ockham)
027 O juízo como tensão
028 O juízo como tensão
029 O juízo como tensão


030 A abstração no homem
031 Definição da unicidade
032 A unidade e o salto qualitativo
033 Esquema da Teoria Geral das Tensões
034 Planos e esferas
035 Lei da MPME
036 Tensão. Esquema
037 Esquema do livro Teoria Geral das Tensões
038 Causalidade
039 Ciência


040 Ciência
041 Ato e potência
042 Refutação de Kant
043 Refutação de Hegel
044 A alma
045 As relações no conhecimento
046 Conhecimento do singular e do universal
047 Categorias dialéticas. Homogêneo e heterogêneo 
048 Causalidade e finalidade
049 Contingência para Wolf


050 Compreensão (Explicação)
051 Transcendência da consciência
052 Culturas incipientes
053 Contradição
054 O conceito de processo
055 Concreto
056 A influência do odor na formação das realidades extra-geométricas
057 Causa eficiente e final e conhecimento
058 Sistemas de conduta
059 Conhecimento de Deus


060 Conhecimento de Deus (Possest)
061 Pureza e liberdade
062 Pathos
063 Contradição. Estrutura. Planos, etc.
064 Cooperação dos elementos consistentes de uma tensão
065 Psicologia atomista
066 O todo e a parte
067 Potencial e atual
068 Potência intrínseca e extrínseca
069 Potência ativa e passiva


070 (Sem título) Psicologia do conhecimento
071 O conceito e a ordem
072 Ordem
073 Objeto e transobejto
074 Analogia das ordens
075 As ordens
076 A ordem
077 Incompatibilidade e recusa
078 Conceito de real 
079 Relação e proporcionalidade


080 Revoluções
081 Representações como um Todo
082 As causas da revolução
083 Redutibilidade
084 As regressões
085 O nada no Ocidente e no Oriente
086 Necessidade e liberdade
087 Atividade negativa ética
088 Número
089 O número


090 Conceitos e números
091 O número
092 Número
093 O presente no tempo (Hegel)
094 Esquema de espaço e a ação da visão (exemplos)
095 Espaço e tempo
096 O fator econômico e a história
097 Fisiologia e Freud
098 Definição de Filosofia
099 As formas platônicas


100 Essência e existência
101 As formas e os átomos
102 Existir é opor-se
103 Existir e existencialidade
104 Mediação do espírito
105 Em si e por si
106 O estar como inhesão
107 Esquemas gerais
108 A exemplaridade
109 Ego habeo factum e relógio e técnica 
110 Para a teoria do ciclo das formas viciosas


111 Sobre a distinção
112 Sobre a distinção
113 O sucesso de uma doutrina
114 Indução e idéia platônica
115 (Sem título)
116 (Verificar) o sujeito x objeto - dialética
117 Determinismo signalamático
118 Deus
119 Deus


120 Deus e o futuro (citação)
121 A definição tensional
122 (Sem título)
123 (Sem título) Tensão
124 (Sem título) Tensão
125 (Sem título) Tensão
126 (Sem título) Assunção
127 Distinção real-física entre ato e potência
128 Atração e repulsão e Todo
129 Potência e Ato (distinção). A síntese do Possest


130 Ato e Potência 
131 Dialética do fim e da destruição das tensões
132 Ato, potência e ato puro
133 Dialética do ato e potência
134 A tensão como composição de ato e potência
135 Alteridade na consistência da tensão
136 Alteração parcial e total da tensão
137 Lei de Integração Tensional
138 Síntese do tomismo
139 As tensões como esquemas


140 Esquemas 
141 Organização e adaptação
142 As formas e os átomos
143 Conexão das tensões
144 A tensão na escolástica
145 Fatores das tensões
146 Princípios tensionais
147 Ordem das tensões
148 Aspectos qualitativos e quantitativos da tensão
149 Coordenadas internas da tensão


150 Invariantes nas tensões
151 Quantidade e qualidade nas tensões
152 A formação das tensões
153 Teoria das tensões
154 Tensão e concreção
155 Princípio de interpretação dos elementos tensionais
156 Topicidade das tensões
157 A tensão no plano da totalidade
158 As tensões no plano da série, do sistema e do microcosmo
159 Os planos tensionais


160 Homogeneidade e heterogeneidade das tensões
161 Os campos interacionais
162 Elementos tensionais
163 Modificações das tensões 
164 Elementos estranhos à tensão
165 Exclusão de elementos tensionais
166 Integração e desintegração da tensão
167 Lei da destruição da tensão
168 Possibilidade e desintegração da tensão
169 Lei da transfiguração e da desintegração


170 Lei da conservação da tensão
171 Fusão dos esquemas 
172 Dos esquemas (formação, divisão, etc.)
173 Atualizações e virtualizações na tensão
174 Princípios dialéticos de finalidade nas tensões
175 Os elementos da tensão
176 Conservação da tensão - exemplos
177 Coordenação dos esquemas
178 O processo de acomodação-assimilação nas tensões
179 A assimilação biológica


180 As lógicas da tensão
181 As possibilidades tensionais ante o Todo
182 As possibilidades tensionais ante o Todo
183 Perfeição tópica e fáustica. O Todo
184 A contradição na dialética das tensões
185 O Todo como máximo e como minimum
186 Coincidência no ser – monopluralismo
187 O Possest como tensão
188 Ser e Estar: Ter e Haver
189 Implicância do conceito de nada com o de estar


190 O Possest e o Mal
191 A perfeição do Possest
192 O Possest como liberdade
193 O Possest como ato puro
194 Contradições no Possest
195 A tensão na biologia e na psicologia
196 Tensões na linguagem
197 A tensão
198 Variância das tensões abertas ou fechadas
199 Atualização e virtualização nas tensões


200 Tensões abertas e fechadas
201 Incorporação das tensões
202 Tensões, esquemas e forma 
203 A forma das tensões
204 Esquemas matemáticos e Platão
205 Tensões e Marx
206 O todo e as partes
207 Exemplos da totalidade
208 Tensão e sua diferença da soma
209 Contra a concepção atomista


210 Auto-regulação das tensões
211 Exemplos de auto-regulação
212 Os esquemas do espaço como um todo
213 O corpo como um todo
214 As tensões na psicologia, na física e na fisiologia
215 As tensões na fisiologia
216 A visão e as tensões
217 As tensões em antagonismo
218 As tensões nos animais
219 Captação da tensão


220 Exemplos de aumento da tensionalidade
221 Antinomia fundamental das tensões
222 Críticas à teoria tensional
223 Esquemas incompletos
224 Esquemas de insatisfação
225 Esquemas de insatisfação
226 Completação e enclausuramento das tensões
227 Desintegração das tensões
228 Fluxos e refluxos nas tensões
229 As tensões como reversibilidade e irreversibilidade


230 A técnica e o homem
231 A tríada de Proclo
232 Perduração das tensões
233 Exemplos de perduração das tensões 
234 Lei da incorporação e da excorporação das tensões
235 A excorporação
236 A atividade da tensão (divisões)
237 A colmeia e o formigueiro como um todo
238 A sociedade repetindo como tensão a tensão individual
239 Exemplos de tensões incompletas


240 A forma da tensão
241 Exemplos de tensão
242 Exemplos de tensão
243 Exemplos de tensão
244 O acaso e as tensões
245 Diferença entre as tensões
246 O movimento e a tensão
247 Funcionamento das tensões
248 Funcionamento de uma tensão
249 O salto qualitativo nas tensões


250 Ruyer e as tensões
251 A tensão e a biologia
252 A tensão na biologia
253 Concepção tensional
254 As tensões na sensação
255 Exemplos da influência sobre os elementos componentes
256 Exemplos de concepção tensional
257 Acontecimentos imprevistos nas tensões
258 Exemplos de acontecimentos imprevistos nas tensões
259 O número das tensões (exemplos)


260 Grau de complexidade das tensões
261 Atividade das tensões incompletas
262 Constelações tensionais como objetos das ciências particulares
263 Classificação das tensões
264 Exemplos de constelação tensional 
265 As tensões no mundo da cultura e da natureza
266 Tensão do triângulo
267 O valor dos esquemas
268 O mundo físico e os nossos esquemas
269 Distinção entre o todo e suas partes na tensão


270 Funcionamento tensional das ciências
271 Tensão na natureza
272 As tensões e o valor
273 As coordenadas tensionais e o valor dos indivíduos
274 O valor da tensão enquanto tal
275 Transcendência final
276 Transcendência do Possest
277 O tensionalismo
278 Nós e Deus
279  As transfigurações das tensões


280  As tensões funcionais
281  A tensão na cultura e na história
282  As tensões na história e na cultura
283  Transfiguração nas culturas (exemplos)
284  As tensões das eras culturais
285  O homem como tensão
286  Homogeneidade e heterogeneidade das tensões
287  Totem e Tabu
288  Transfiguração
289  Todo (Possest)


290  As esferas da tensão 
291  As esferas
292  Soma e Todo
293  As esferas
294  Esferas
295  Tensão na filosofia 
296  Técnica
297  Exemplos da tensão da alma
298  Tensão na história
299  O todo como mais do que as partes (exemplos)


300  Funcionamento das tensões campicamente consideradas
301  Identidade e alteridade funcional
302  Tensões acidentais
303  O Todo e parte e seus impulsos
304  Tensão e relação quantitativa e qualitativa
305  O pulsativo das tensões
306  Dialética da posicionalidade e oposicionalidade das tensões
307  Número e matemática. Tensão como número
308  Exemplos de coesão
309  Exemplos de tensões móveis


310  A tensão no pensamento mágico
311  Ação da tensão como todo sobre as partes
312  A tensão no casamento
313  A tímesis parabólica e os valores
314  Todo e parte
315  Tensões e a Física
316  Tensão – Um, divisão, indivisão – conservação 
317  Citação de Santo Tomás
318  Citação de Santo Tomás
319  Citação de Santo Tomás


320  Citação de Santo Tomás
321  Citação de Santo Tomás
322  Citação de Santo Tomás
323  Citação de Santo Tomás
324  Citação de Santo Tomás
325  Citação de Santo Tomás
326  Citação de Santo Tomás 
327  Citação de Santo Tomás
328  Citação de Santo Tomás
329  Citação de Santo Tomás


330  Citação de Santo Tomás
331  Tempo, espaço e pensamento
332  Tensões
333  O valor das tensões
334  Citação
335  Unidade e tensão
336  Imanência e transcendência nas tensões
337  Transcendente e Imanente
338  Tensão como transcendência
339  Eternidade e Tempo


340  Tempo
341  Tensão orgânica e  inorgânica
342  O nexo entre as tensões
343  Esquema como Gestalt
344  Coordenação de esquemas
345  A ordem da unificação dos esquemas tensionais
346  Os esquemas como Gestalten c/ história
347  Esquema e Gestalt
348  Tempo e espaço no pensamento operatório
349  Possibilidades numa conjuntura de tensões de novas tensões


350  Assimilação e acomodação nas tensões
351  Crítica a lei de pregnância
352  A não contradição
353  Generalização de um esquema
354  A quem servem os esquemas
355  Inteligência
356  Objetividade dos esquemas abstratos
357  Influência dos esquemas na realidade social  e vice-versa 
358  Relatividade dos esquemas
359  Pensamento simbólico e intuitivo


360  Esquema da formação dos conceitos
361  É assimilável apenas o semelhante
362  Construção da realidade e do pensamento na criança
363  Tensões - Dialética da intensidade e da extensidade
364  Tensões – Dialética do epimeteico e do prometeico
365  Para a Teoria das Tensões
366  Atributos do Possest (Deus)
367  A possibilidade no Todo-Homogêneo-heterogêneo no Todo
368  O Possest e a sua omnipotência
369  Participação da tensão


370  Sobre a participação de Tomás de Aquino
371  O Possest
372  O ser da parte
373  Participação
374  A participação
375  Irredutibilidade dos planos
376  O Possest
377  O Possest
378  O Possest
379  O Possest criador


380  O Possest
381  Possest
382  Deus criador de formas substanciais
383  Tensão do Um
384  O Possest
385  O Possest
386  O Possest
387  O Possest e o Ato e Potência
388  A imaginação em Nicolau de Cusa 
389  O Possest


390  Possest e Potensão
391  Por que há criação?
392   Para as tensões
393  Citação
394  Tempo e espaço
395  Tempo e espaço
396  Tempo e espaço
397  Tempo e espaço
398  O Tempo
399  Metodologia em face do tempo